Pensamentos sobre o Regime Militar no Brasil

terça-feira, agosto 08, 2017


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Muito bem, em 2016 Jair Messias Bolsonaro ‘elogiou’ o Coronel Ustra quando votou no impeachment da ex-PresidentE Dilma Rousseff. Dilma, segundo a esquerda, fora ‘torturada’ durante a ditadura – na verdade ela era uma terrorista, tal qual Bete Mendes.

Quando estreou ‘Os Dias eram Assim’ na Rede Globo deu um fuzuê no círculo da direita brasileira; as redes sociais brasileiras foram inundadas por imagens mostrando vítimas destes terroristas durante a ditadura militar e pessoas mortas nos dias de hoje devido à grande violência presente nesse Brasilzão.

Antes de mais nada, vou explicar uma coisa: eu nunca dei bola para esse período da história brasileira, até porque não estudamos isto na escola. Na escola não víamos nenhum dos lados, e quando vimos, já no terceiro ano do Ensino Médio, vimos os pobres coitados dos terroristas. E só decidiram falar sobre isso quando o Bolsonaro elogiou o Ustra – uma professora usou informações da Quebrando o Tabu para acusar o Ustra. E aí eu fui estudar e decidi de que lado eu estava: exército.

Já nos primeiros capítulos, Ustra deixa claro o que acontecia naquela época. E ainda mais depois daquela baboseira da Bete Mendes, aparecendo em Os Dias Eram Assim, e naquela velha carta que ela mandou para o Presidente da República (Sarney) na época, eu achei que a ditadura matou foi pouco. Se é que matou. Até nos dados de sites comunistas, foram poucas mortes comparadas a outras ditaduras. 

O que invadiu o país naquela época foram uns estudantes de classe média maravilhados com Marighella e comunismo – afinal, é sempre a classe média que tem que mudar o mundo através do comunismo. Mas como eles queria ‘tomar o poder’? Roubando, matando, bombardeando. Uma comparação idiota, mas que vale: semelhante ao que os muçulmanos fazem na Suécia.


A experiência da revolução cubana ensinou, comprovando o acerto da teoria marxista leninista, que a única maneira de resolver os problemas do povo é a conquista do poder pela violência das massas, a destruição do aparelho burocrático e militar do Estado a serviço das classes dominantes e do imperialismo, e a sua substituição pelo povo armado. – Marighella.


E até hoje, a esquerda defende o terrorismo que assolou o Brasil no período do Regime Militar. Apontam dedos para todos e se calam quando mostram o que eles fizeram. Como Theodomiro que matou com um tiro na nuca um sargento da aeronáutica e feriu um policial federal durante um transporte. Como Dilma, que assaltou bancos. Como Lula que participou de greve de trabalhadores (aham). Como Bete Mendes que não passa de uma atriz mequetrefe que se calou por quinze anos e decidiu falar dos ‘horrores’ quando viu vantagem. 


E hoje, os mesmos terroristas que matavam, roubavam e se diziam torturados pela ditadura malvada assumiram cargos públicos e até a presidência. Ao mesmo tempo que o povo aplaude também reclama dos roubos.  Aliás, os ‘heróis’ que lutaram e morreram pelo Brasil, e desta vez me refiro ao pessoal do exército, são tratados como torturadores.

Até,
Priscila P. Vallejos.

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